Como maior parte dos humanóides, carrego o fardo daquilo que os budistas chamam de "mente de macaco"- pensamentos que pulam de galho em galho, parando apenas para se coçar, cuspir e guinchar. Desde o passado remoto até o futuro desconhecido, minha mente fica pulando a esmo pelo tempo, tendo dúzias de idéias por minuto, descontrolada e sem disciplina. Isso, em si, não é necessariamente um problema; o problema é o apego emocional que acompanha o pensamento. Pensamentos felizes me tornam feliz, mas - vupt!- com que rapidez torno a me prender em preocupações obssessivas, estragando a felicidade; e então basta a lembrança de um momento de raiva para eu começar a ficar exaltada e brava de novo; e então minha mente decide que aquela pode ser uma boa hora para começar a sentir pena de si mesma, e a solidão não demora a chegar. Afinal de contas, você é o que você pensa. As suas emoções são escravas dos seus pensamentos, e você é escravo de suas emoções.
Mais uma contribuição do livro que eu mais AMO até o momento!
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Ai meu Deus viu!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirPois é, esta é a mente da uma total sagitariana, o que posso fazer?
Sou intensa...heheheh
Te amo coisinha que me faz feliz!
Beijos Lê (a dona da mente de macaco!hehehehhe)
Hahahaha..ta aí a origem da nossa semelhança então! a p**** do macaco..tinha q ser.
ResponderExcluirBeijo da Isa